Graduação

Engenharia de Produção

No último século, o Brasil passou por transformações e iniciou seu processo de abertura econômica, resultando em profundas mudanças no modelo competitivo, tais como: forte competição nos setores industriais, globalização, revolução tecnológica e a necessidade de maior produtividade e eficiência dos sistemas produtivos.

Estes fatores também modificaram intensamente a conjuntura local em realizar negócios, fundamentalmente, através do acesso facilitado aos produtos importados, à competitividade e à redução dos preços pela melhoria da produtividade. Diante dessas circunstâncias, as empresas são levadas à criação de novas tecnologias e ao aperfeiçoamento constante de seus processos.
Neste panorama competitivo, os clientes estão mais diversificados e exigentes, almejando atendimento diferenciado, produtos/serviços com qualidade, durabilidade, com preços inferiores e prontamente disponíveis para sua necessidade.

Diante desse imperativo imposto pelo mercado e pelos consumidores, as organizações precisam melhorar intensamente a qualidade do produto ofertado e do serviço prestado, satisfazer integralmente os desejos dos clientes e aumentar a eficiência dos processos produtivos, permitindo, assim, gerar vantagens competitivas e enfrentar a concorrência de maneira mais efetiva e sustentável.

Assim, um profissional com o perfil de um Engenheiro de Produção é importante na empresa, para orientar efetivamente suas atividades, objetivando maior produtividade, qualidade e competitividade. O egresso do Curso de Engenharia de Produção utiliza conhecimentos de otimização de recursos e os incorpora à visão integral que caracteriza os sistemas a fim de procurar que cada área da organização trabalhe da melhor maneira possível para alcançar os objetivos comuns. Nesse sentido, o Engenheiro de Produção será peça fundamental no desenvolvimento de novos sistemas produtivos em todos os ramos da atividade econômica e empresarial.

Possibilitar ao aluno a aquisição de conhecimentos tecnológicos, de competências e de habilidades que permitam participar de forma responsável, ativa, crítica e criativa da vida das organizações e da sociedade, na condição de Engenheiro da Produção, garantindo uma sólida formação técnica e científica, com enfoque curricular generalista, esta é a meta do curso de Engenharia de Produção do Centro Universitário Facex.

OBJETIVOS

Desenvolver as habilidades e competências necessárias para a atuação diferenciada do profissional de Engenharia de Produção no mercado de trabalho, garantindo um maior leque de atribuições junto aos Conselhos Regionais de Classe, através de proposta inovadora e abrangente (plena), com sólida formação técnica e de gestão.

DIFERENCIAL UNIFACEX

Curso de Engenharia de produção do UNIFACEX tem os seguintes diferenciais:

  • Formação generalista e humanista que propicia ao aluno melhor compreensão do mundo moderno e suas transformações, mesclando uma forte capacitação técnica com temas contemporâneos, como: engenharia e sociedade, ética e sociedade, ética e legislação e ciências do ambiente.
  • Corpo docente altamente qualificado formado por professores especialistas, mestres e doutores com forte experiência profissional.
  • Biblioteca com acervo diversificado e atualizado.
  • Laboratórios para o núcleo de conteúdos básicos nas áreas de Física, Química, Informática e Expressão Gráfica.
  • Laboratórios multidisciplinares para o núcleo de conteúdos profissionalizantes nas áreas de Materiais, Elétrica, Hidráulica e Mecânica.
  • Software de simulação industrial que reproduz as condições de operação das principais áreas funcionais de uma indústria, como gestão da produção, custos, administração financeira, vendas e recursos humanos.
  • Software  de simulação de empresas do setor de prestação serviços que permitem ampliar o domínio conceitual e técnico dos participantes, através do desenvolvimento de três importantes competências: visão sistêmica; visão competitiva e visão estratégica de negócios.

PERFIL DO EGRESSO

O perfil do egresso do Curso de Engenharia de Produção do UNIFACEX obedece aos requisitos das Diretrizes Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, ou seja, o profissional terá uma formação sólida técnico-científica, podendo assim adequar-se rapidamente às mudanças tecnológicas e às exigências de um mercado globalizado e competitivo. Neste contexto, o profissional da área deverá demonstrar as seguintes competências e habilidades:

  • aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
  • projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
  • conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
  • planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
  • identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
  • desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
  • supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
  • avaliar criticamente ordens de grandeza e significância de resultados numéricos;
  • comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
  • atuar em equipes multidisciplinares;
  • compreender e aplicar à ética e responsabilidade profissionais;
  • avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
  • avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.

O engenheiro de produção egresso do UNIFACEX possui formação generalista e poderá atuar na elaboração e gestão de projetos, fiscalização, direção, execução e gestão de sistemas produtivos, além de ter a possibilidade de trabalhar com ensino, pesquisa, consultoria e assessoria.

Dentre as atividades desenvolvidas pelo engenheiro da produção, podem-se destacar a engenharia de operações e processos da produção, a logística, a pesquisa operacional, a engenharia da qualidade, a engenharia do produto, a engenharia organizacional, a engenharia econômica, a engenharia do trabalho e a engenharia da sustentabilidade.

MERCADO

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) faz um diagnóstico da carreira do engenheiro, e afirmou que o Brasil terá de 1,5 milhão a 1,8 milhão de engenheiros em 2020. Se continuar a crescer no ritmo atual, precisará de 560 mil a 1,16 milhão destes profissionais a mais no mercado.

O IPEA aponta que se a economia crescer 6% anualmente, a quantidade de engenheiros necessários subirá 19,3% até 2020. O número de profissionais não será suficiente para atender a essa demanda. Nesse cenário, a indústria extrativista mineral precisará de 10,3% a mais de engenheiros e a procura na indústria de transformação crescerá 8,4%. O engenheiro de produção atua diretamente nestas áreas e demanda por este profissional certamente crescerá nos próximos anos.

Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que o Brasil forma menos engenheiros por ano do que a Rússia, a Índia e a China, integrantes do chamado grupo dos BRICs, os países emergentes. Enquanto no Brasil esse número é inferior a 40 mil profissionais por ano, na Rússia chega a 120 mil, na Índia alcança 300 mil e, na China, ultrapassa 400 mil. O engenheiro foi um dos agentes propulsores do crescimento acelerado da China e da Índia. Para o Brasil ter um projeto de crescimento nacional, saindo da sétima maior economia do mundo para a quinta, esse profissional é indispensável.

INSTALAÇÕES

  • Salas de aula climatizadas e adequadas ao número de alunos;
  • Laboratórios Informática com equipamentos e softwares atualizados que promovem a vivência da gestão organizacional;
  • Biblioteca como um vasto acervo na área de Administração e com acesso online;
  • Auditórios modernos equipados com sistema de som e multimídia;
  • Grande estacionamento;
  • Lanchonetes;
  • Serviço de reprografia;
  • Apoio Psicopedagógico.

AVALIAÇÃO DE ENSINO APRENDIZAGEM

O processo de avaliação é composto por duas unidades avaliativas intituladas de unidades, respectivamente, I e II. Em cada unidade, o estudante é submetido a atividades avaliativas denominadas de parcial e principal e, ao seu término, deverá integrar um valor de 10 (dez) pontos. Assim temos uma ou mais atividades avaliativas chamadas de parciais, com peso total de 3,0 (três) pontos (livremente distribuídas entre a quantidade de avaliações parciais), nas quais o professor poderá escolher a aplicação de atividades avaliativas em grupos ou individuais, sejam relatórios, seminários, trabalhos, pesquisas, dentre outros.

Para efeito de complementação da nota de cada unidade, temos a avaliação principal para todas as disciplinas regulares do currículo do curso com peso 7,0 (sete) pontos, em caráter individual, em sala de aula, dentro do calendário de provas divulgado pela coordenação do curso.

Conforme já mencionado, a cada verificação de aproveitamento de cada uma das unidades avaliativas é atribuída uma nota total, expressa em grau numérico de zero a dez. Atendidas, em qualquer caso, a frequência mínima de setenta e cinco por cento às aulas e demais atividades acadêmicas, é considerado aprovado o aluno que:

Obtiver nota de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete), resultado da média aritmética das notas das duas unidades avaliativas realizadas no semestre letivo;

Mediante exame final, cuja nota obtida somada à média do primeiro semestre, corresponda à média aritmética igual ou superior a 6,0 (seis). Ressalte-se que, para o discente ser submetido ao exame final, faz-se necessário que tenha obtido uma média semestral maior ou igual a 3,0 (três) e inferior a 7,0 (sete).

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